
Desde sua histórica participação no Festival Internacional da Canção, em 1972, cantando uma versão explosiva de “Fio Maravilha”, de Jorge Benjor – em uma performance que lhe renderia o prêmio de Menção Honrosa – Maria Alcina se tornou uma das personagens mais queridas da música brasileira. De lá para cá, ela ocupou seu lugar no imaginário do público com um misto de extravagância, beleza e deboche. Masculina, feminina, livre, popular, essa figura de voz grave e figurinos exóticos sempre cantou a alegria, sem deixar transparecer uma sombra sequer de sua vida pessoal.
Roteiro: Thiago Brito
Câmera: André Morbach
Fotografia: André Morbach
Montagem: André Libânio
Som direto: Thiago Sobral e Tomaz Griva Viterbo
Desenho de Som: Isadora Maria Torres e Léo Bortolin
Produção: Fabrício Basílio e Rafael Saar
Produção Executiva: Fabrício Basílio
Pesquisa: Rafael Saar
Sessão com diretor
Acessibilidade completa
Acessibilidade completa
Acessibilidade completa